Voando bem alto
sábado, 4 de fevereiro de 2012
O A.E.E. BEM PERTINHO DO ALUNO
Gostaria de relatar uma experiência na sala de recursos multifuncionais de um aluno com deficiência auditiva.
Esse aluno tem 11 anos, está matriculado do 5º Ano, mas não está alfabetizado. Conhece todas as letras do alfabeto e consegue escrever seu primeiro e segundo nome sem auxílio.
No início do ano observei que sua comunicação era por meio de gestos criados pela família, acredito que por esse motivo era um pouco inseguro. Após alguns atendimentos no AEE, onde foram sugeridas atividades adaptadas em Libras e também feitas as revisões de alguns sinais já conhecidos pelo aluno - porém não utilizados, observei que houve um grande avanço no seu desenvolvimento, principalmente em relação à autoestima e relacionamento com os colegas e funcionários da escola.
Infelizmente, ainda não foi possível alfabetizá-lo, mas hoje consigo vê-lo se comunicar por meio dos poucos sinais em Libras que já conhece, inclusive nos atendimentos o aluno entende bem as comandas.
Acredito que o AEE dos anos anteriores foram muito importantes para o desenvolvimento do aluno, mas por não ser em sua própria escola, não foi possível acompanhá-lo na sala de aula com a mesma frequência desse ano, para verificar mais de perto as suas necessidades.
Por esse motivo, na minha opinião, quanto mais perto do aluno o AEE puder atuar, melhores serão os resultados.
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